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Programa de Actividades do IHC para a comemoração do Centenário da I República 2008/2010 - Julho de 2008
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Actividades IHC 2009/2010
O calendário provisório das realizações do IHC previstas para 2009/2010 (até Novembro de 2010) é um calendário a enriquecer com as novas iniciativas que venham a ser decididas pelos Grupos de Trabalho.
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Seminário
Luísa Sales –Chefe de Serviço de Psiquiatria/ Investigadora do CES-UC e Aida Dias - Psicóloga / Investigadora do CES-UC
STRESS PÓS-TRAUMÁTICO – Um outro lado da Guerra
16 de Junho 18h00s
Sala de Reuniões (Piso 7 – Torre B) – Entrada livre
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Programa Ciência 2008
Concurso Internacional para provimento de um lugar de Investigador Auxiliar, em regime de contrato individual de trabalho a termo resolutivo certo, no âmbito do Contrato-Programa celebrado entre a FCT/MCTES e a FCSH/UNL.
(Anúncio com a referência C2008-FCSH-IHC publicado no site www.eracareers.com em Julho de 2008)
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Programa Ciência 2008
Concurso Internacional para provimento de um lugar de Investigador Auxiliar
Concurso Internacional para provimento de um lugar de Investigador Auxiliar, em regime de contrato individual de trabalho a termo resolutivo, certo, no âmbito do Contrato Programa celebrado entre a FCT/MCTES e a FCSH/UNL
Job Reference C2008 - FCSH-IHC
Lista de ordenação dos candidatos 1.º Izabel Margato 2.º José Manuel Viegas Neves
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BII2009-FCSH-IHC
Bolsa de Integração na Investigação
O Instituto de História Contemporânea (IHC) promove a abertura de concurso para 7 Bolsas de Integração na Investigação (BII) na área da História Contemporânea, para estudantes do 1.º ciclo do ensino superior.
Data limite de candidatura: 30 de Junho de 2009
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Cerimónia de Assinatura de Protocolo de Cooperação
Cerimónia de Assinatura de um Protocolo de cooperação para investigação histórica entre a Associação 25 de Abril, o Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, o Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa do ISCTE e a Fundação Mário Soares.
7 de Julho, 18h00
Biblioteca da Assembleia da República
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Fundação para a Ciência e Tecnologia
Abertura Concurso projectos - 2009
Abertura do concurso de 2009 para financiamento de projectos de investigação científica e desenvolvimento tecnológico em todos os domínios científicos.
Data limite de submissão de candidaturas: 16 de Dezembro de 2009 (17 horas, hora de Lisboa)
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Doutora Maria Fernanda Fernandes Garcia Rollo
Provas para a Obtenção do Título de Agregado
Ramo de História Especialidade de História Contemporânea
2009-11-23 15:00 2009-11-24 15:00
FCSH - UNL, Auditório 2 - Torre B, 3º Piso
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12.ª Edição do Prémio Fundação Mário Soares
Atribuído anualmente a autores de dissertações Académicas ou de outros trabalhos de investigação realizados no âmbito da História de Portugal do Século XX. Constituído por uma quantia em dinheiro, de 5000€ Os trabalhos concorrentes deverão ser apresentados em quatro exemplares (um original e três cópias) e entregues na Funação, ou remetidos por correio. Regulamento em www.fmsoares.pt
Até 22 de Dezembro de 2009
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Prémio
Prix de stratégie maritime « Amiral Daveluy »
Enseigne de vaisseau Thibault RICHARD CESM/ETUDES
Les travaux doivent parvenir au CESM avant la fin du mois de septembre 2010. La remise du prix aura lieu au mois de décembre 2010
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Candidaturas até dia 31 de Dezembro de 2009
“Prémio FCSH – 1ª República e Republicanismo”
No âmbito das comemorações do centenário da República em Portugal, o Prémio da FCSH-UNL destina-se a destacar e reconhecer a investigação de excelência sobre o tema «1ª República e Republicanismo», sendo atribuído a um trabalho académico inovador e com relevância científica.
Serão admitidas a concurso as teses de Doutoramento, inéditas ou publicadas, que tenham sido defendidas e aprovadas em 2008 e 2009, quer na UNL quer em universidades estrangeiras, neste último caso desde que da autoria de docentes ou investigadores da UNL.
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Bolsa de Investigação
PEst-OE/HIS/UI0613/2011
Encontra-se aberto concurso para a atribuição de uma Bolsa de Investigação para Licenciado no âmbito da Unidade de Investigação, Centro de Estudos de História e Filosofia da Ciência, com referência PEst-OE/HIS/UI0613/2011, financiado por fundos nacionais através da FCT/MCTES e co-financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) através do COMPETE – Programa Operacional Factores de Competitividade.
Mais informações em http://www.otic.uevora.pt/index.php/noticias_e_informacoes/bolsas/nacionais/bi_uevora_cehfci
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Call for Papers
CALL FOR PAPERS - Submission dates: 1st July to 30th November 2008
From the trenches to Versailles: War and Memory (1914-1919)
ORGANISING COMMITTEE Maria Fernanda Rollo (Institute of Contemporary History – New University of Lisbon) Ana Paula Pires (Institute of Contemporary History – New University of Lisbon) João Paulo Avelãs Nunes (CEIS20 – University of Coimbra) Armando Malheiro da Silva (University of Oporto)
24-27 June 2009
Lisbon
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Rede Internacional de Investigação
Acume2 - Interfacing Sciences, Literature and the Humanities
“The Marconi Galaxy”
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Já se encontra on-line o novo site do Departamento de História
Site História na Nova
Neste novo Site: História na Nova, todos os interessados terão acesso, de uma forma rápida e eficaz, a informações, noticias e links relacionados com o Departamento de História da FCSH assim como de todos os Centros e Institutos de História ligados a este Departamento.
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Investigação
Novos Membros IHC
Coronel Aniceto Afonso (Grupo Forças Armadas) Arquitecto Rui Cunha, IAD FCSH-UNL (Economia, Sociedade e Inovação)
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Lançamento
O Plano Marshall e a economia portuguesa dos anos 50 - Portugal e a Reconstrução Económica do Pós-Guerra
Maria Fernanda Rollo
31 de Janeiro, pelas 18h30m
Cozinha Conventual do Palácio das Necessidades (entrada pelo Largo do Rilvas).
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Anúncio
Bolsas de Integração na Investigação
BII
No âmbito do Programa de Bolsas de Integração na Investigação Ciência 2008 e do anúncio colocado na FCT www.eracareers.pt; ref.ª BII2008-FCSH/IHC foram seleccionadas as seguintes candidaturas:
- Joana Catarina Vieira Paulino - João Luís Ribeiro de Campos Neves - Pedro Alexandre Guerreiro Martins - Francisco da Luz Ribeiro da Costa Barreira de Sousa - Miguel do Carmo Ribeiro David Pedras
Início em 01 de Dezembro de 2008 - fim em 01 de Dezembro de 2009
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Main research field: History Sub research field: Contemporary history
Job/Fellowship Reference: C2008-FCSH-IHC
Application deadline: 19th September 2008 Organization contact data: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - UNL- C2008 Av. de Berna, 26 C LISBOA - 1069-061 Portugal Email: ciencia2008@fcsh.unl.pt
The deadline to receive the applications is September 19th. Questions and applications should be addressed to ciencia2008@fcsh.unl.pt with the subject Ciencia 2008 – Job Reference.
September 19th
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - UNL
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Encontros Cientificos
Encontros a Sul
O Poder e a Guerra
4, 5 e 6 de Junho de 2008, 17h30
Local: FCSH-UNL, Torre B, sala de reuniões, 7.º piso
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Prémio
Prémio
O Parlamento e a República (2010)
Os trabalhos concorrentes deverão ser entregues ou remetidos pelo correio até ao dia 30 de Junho de 2010.
A deliberação do júri será anunciada até ao dia 31 de Dezembro de 2010
Assembleia da República, Palácio de São Bento, 1249-068 Lisboa.
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FCSH/IHC-PTDC/HIS-HIS/103286/2008_2
Bolsa de Investigação
A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa vai proceder à contratação de 1 bolseiro de investigação no âmbito do projecto PTDC/HISHIS/103286/2008 – Justiça Política na Transição para a Democracia em Portugal (1974-2008), nos termos da Lei nº. 40/2004.
O concurso está aberto de 10 a 24 de Fevereiro de 2010
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FCSH-IHC/PTDC/HIS-HIS/102287/2008
Bolsa de Investigação
A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa vai proceder à contratação de 1 bolseiro de investigação no âmbito do projecto PTDC/HIS-HIS/102287/2008 A Nova República do Pós-Guerra (1919-1926) O caso português em perspectiva comparada na Europa do Sul, nos termos da Lei nº. 40/2004.
O concurso está aberto de 10 a 24 de Fevereiro de 2010
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FCSH/IHC-PTDC/HIS-HIS/103286/2008_1
Bolsa de Investigação
A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa vai proceder à contratação de 1 bolseiro de investigação no âmbito do projecto PTDC/HIS-HIS/103286/2008 – Justiça Política na Transição para a Democracia em Portugal (1974-2008), nos termos da Lei nº. 40/2004.
O concurso está aberto de 10 a 24 de Fevereiro de 2010
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Provas Académicas
Relatório de Frequência do Estágio de Integração na Investigação
Sessão de Defesa Pública do Relatório de Frequência do Estágio de Integração na Investigação, 2010-04-08 Licenciado: João Luís Ribeiro de Campos Neves Sessão de Defesa Pública do Relatório de Frequência do Estágio de Integração na Investigação, 2010-04-08 Licenciado: Pedro Alexandre Guerreiro Martins
Edifício I&D Ex.DRM, sala 1.04, 12.00h
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Programa
Programa de Edições de Teses e Dissertações
A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República lança o Programa de Edições de Teses e Dissertações, com o objectivo de divulgar trabalhos académicos de relevância científica. Este programa visa promover a publicação de teses e de dissertações que tenham por objecto de estudo a I República e o Republicanismo. Mais informações: teses@centenariorepublica.pt ou www.centenariorepublica.pt
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Biblioteca Mário Sottomayor Cardia
Informa-se que, de 13 de Abril a 16 de Junho, a Biblioteca Mário Sottomayor Cardia voltará a estar aberta às 3as.e 4as. feiras, das 9.30 às 22.00 horas.
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Prémio
Prémio de Victor de Sá de História Contemporânea 2010
Instituído na base de uma doação do Professor Doutor Victor de Sá, este Prémio destina-se a jovens investigadores portugueses e dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa que tenham desenvolvido trabalhos de investigação sobre temas de História Contemporânea Portuguesa.
Data limite de apresentação em 30 de Junho de 2010.
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Guia Bibliográfico da I República
A FCSH associou-se às comemorações do centenário da República, estando em curso um conjunto de actividades que se realizaram e irão realizar entre Novembro de 2009 e Maio de 2011.
Integra-se nestas iniciativas a organização do Guia Bibliográfico da I República, que tem por principal objectivo reunir e divulgar informação referente ao conjunto da produção científicas dos docentes e investigadores da FCSH realizada sobre esta temática ou sobre temáticas que, de alguma forma, com ela se relacionem. Este guia permitirá dar maior visibilidade à produção científica e permitira oferecer uma panorâmica multidisciplinar dos estudos realizados no contexto da actividade de investigação da Faculdade ao longo dos anos.
É neste âmbito, que o Conselho Cientifico da Faculdade e o IHC pedem o seu apoio, fornecendo-nos os elementos bibliográficos relativos aos estudos publicados que se enquadrem nas respectivas temáticas, da sua autoria através do preenchimento da ficha em anexo. As fichas devem ser enviadas para o e-mail do IHC (ihc@fcsh.unl.pt) até ao dia 28 de Junho.
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PTDC/HIS-HIS/104166/2008
Bolsa de Investigação
Encontra-se aberto concurso para atribuição de três bolsas de investigação (BI) em História no âmbito do Projecto “A Formação do poder de Estado em Portugal: processos de Institucionalização de 1890 a 1986”, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
O concurso está aberto de 1 a 30 de Junho de 2010
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Concursos
Concurso para Atribuição de Bolsas Individuais de Doutoramento e Pós-Doutoramento 2010
Nos termos do Regulamento de Formação Avançada e Qualificação de Recursos Humanos, tendo em conta a aplicação do Estatuto do Bolseiro de Investigação Científica, aprovado pela Lei nº 40/2004 de 18 de Agosto, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) abre concurso para financiamento de bolsas individuais dos seguintes tipos: Bolsas de Pós-Doutoramento (BPD) e Bolsas de Doutoramento (BD).
O concurso está aberto entre 3 de Maio e 6 de Setembro e terá dois ciclos de avaliação.
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Concursos
Concurso para Atribuição de Bolsas Individuais em História da Ciência 2010
No âmbito do programa de estímulo ao desenvolvimento da História da Ciência em Portugal promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) abre concurso para financiamento de bolsas individuais no domínio da História da Ciência.
O concurso está aberto entre 3 de Maio e 6 de Setembro de 2010 e terá dois ciclos de avaliação.
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Escola de Verão 2010
A FCSH realiza, nos próximos meses de Julho e Setembro, e a partir dos seus vários Departamentos e Centros de Investigação, a quarta edição da sua Escola de Verão, a qual consiste num conjunto de cursos intensivos e de curta duração oferecidos por todas as suas áreas.
Para mais informações consulte o site em http://verao.fcsh.unl.pt/
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Call for Papers
The End Of The Portuguese Empire In A Comparative Perspective
Call for Papers: Deadline December 31st Convenors: António Costa Pinto (ICS/UL), Luís Nuno Rodrigues (CEHC/ISCTE), Pedro Aires Oliveira (IHC/FCSH), Miguel Bandeira Jerónimo (ICS/UL).
Scientific Committee: William Roger Louis (University of Texas at Austin), Odd Arne Westad (London School of Economics), John Darwin (Oxford University), Patrick Chabal (King's College of London), Valentim Alexandre (Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), Sarah Stockwell (King's College of London), Frederick Cooper (New York University), Andrew Porter (King's College of London), Philip Murphy (Institute of Commonwealth Studies), Martin Shipway (Birkbeck University of London).
In 1961, Portuguese rule in Africa came under severe stress. In its colony of Angola an attempt to release political detainees from the Luanda prisons by Angolan nationalists unleashed a wave of reprisals against the inhabitants of the muceques, thereby undermining the regime's cherished image of racial harmony. A few weeks later, an uprising in the Northern district of Congo triggered another cycle of violence which would soon evolve to a long and bloody counterinsurgency conflict. Later that year, with the annexation of Goa by Nehru's India, the Portuguese empire seemed on the verge of collapse. But contrary to many expectations, the first of the European overseas empires would also be the last to be dismantled - a somewhat intriguing fact that continues to puzzle many students of decolonization.
Convened by three of Portugal's leading research centers, this conference, interdisciplinary in intent, aims to gather contributions in the fields of imperial and colonial history and of decolonization studies, in order to create a comparative framework within which researches about the main social, political, cultural and economic historical processes that led to end of the Portuguese colonial empire can be evaluated and assessed.
The organizers invite the submission of abstracts (max. 200 words) on various aspects of the history of colonial empires and decolonization, with a special focus on the post-World War period, and the Asian and African context in particular.
Sub-panel proposals and individual papers are welcome for any of the following general panels:
- From Imperial to Post-Colonial Polities and Economies: Elites, Institutions and Political Regimes - Imperial and Anti-colonial Ideologies and Movements - Colonial Wars/Counterinsurgency campaigns: A Comparative Assessment - Decolonization and the International Arena - History and Theory of Decolonization: problems, perspectives, and Prospects.
Please send proposals, and a brief CV, to the Convenors (claudia.almeida@ics.ul.pt) by December 31, 2010.
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Prémios
Prémio Instituto da Defesa Nacional
O Prémio Instituto da Defesa Nacional, destinado a galardoar um trabalho na área da segurança e defesa nacional, foi criado pelo Despacho n.º 9955/2010, de 14 de Junho de 2010, do Ministro da Defesa Nacional.
O tema geral para o Prémio Instituto da Defesa Nacional 2010 é: «As áreas de interesse estratégico para Portugal».
Para mais informações consultar http://www.idn.gov.pt
A entrega dos trabalhos poderá ter lugar até 30 de Setembro de 2010
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Bolsa de Investigação
FCSH/IHC - PTDC/HIS-HIS/103286/2008_2
A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, abre concurso para proceder à contratação de 1 bolseiro de investigação no âmbito do projecto PTDC/HISHIS/103286/2008 – Justiça Política na Transição para a Democracia em Portugal (1974-2008).
17 de Outubro a 2 de Novembro de 2010
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Bolsa de Investigação
A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa vai proceder à contratação de seis bolseiros(as) de investigação por um período de três meses renovável por mais dois meses no âmbito do projecto Os militares na transição para a democracia em Portugal.
Podem candidatar-se licenciados em História, Ciências da Comunicação, Ciência Política ou Sociologia.
Privilegia-se: - Mestrado ou frequência de Mestrado naquelas áreas. - Experiência de investigação - Experiência na realização e tratamento de entrevistas orais
Condições das bolsas: pagamento de acordo com a tabela de pagamento equivalente à dos bolseiros FCT, variável consoante habilitações académicas. Os candidatos deverão enviar Curriculum Vitae detalhado, acompanhado de cópia de certificado de habilitações para:
REFª do Projecto: Os militares na transição para a democracia em Portugal Instituto de História Contemporânea Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa Av. de Berna, 26-C 1069-061 Lisboa
O concurso está aberto entre 13 e 26 de Abril de 2011.
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Projecto de Investigação
História da Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Estão disponíveis, no site da FCT, os primeiros resultados do projecto desenvolvido pelo IHC-FCSH com a FCT relativos ao estudo da história desta instituição e ao tratamento do seu arquivo histórico.
O Instituto de História Contemporânea – FCSH, UNL tem desenvolvido um trabalho de colaboração com a Fundação para a Ciência e a Tecnologia no campo do estudo histórico da organização da ciência em Portugal e no domínio da organização, tratamento, exposição e divulgação do património histórico da FCT cujos primeiros resultados se encontram publicados no site da FCT.
A equipa que tem desenvolvido o projecto é composta por Maria Fernanda Rollo (IHC e FCSH, UNL), Paula Meireles (FCT e IHC-FCSH, UNL), Madalena Ribeiro (FCT e IHC-FCSH, UNL), Cátia Matias (FCT), Maria Inês Queiroz (IHC-FCSH, UNL), Tiago Brandão (IHC-FCSH, UNL).
História da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (http://alfa.fct.mctes.pt/historia/ ) A Fundação para a Ciência e a Tecnologia, IP (FCT) foi criada em 1997, sucedendo à Junta Nacional para a Investigação Científica e Tecnológica (JNICT). Tem por missão o desenvolvimento, financiamento e avaliação de instituições, redes, infra-estruturas, equipamentos científicos, programas, projectos e recursos humanos em todos os domínios da ciência e da tecnologia, assim como o desenvolvimento da cooperação científica e tecnológica internacional.
A história da FCT, a sua criação e sua actividade, confunde-se com o percurso da própria história da ciência e da tecnologia e da organização da ciência em Portugal. A par desse passado histórico, a FCT é herdeira e detentora de um significativo património, com larga predominância de acervo documental, que inclui, para além do seu próprio arquivo, o espólio da JNICT e de outros organismos públicos e privados.
A FCT tem desenvolvido várias iniciativas no sentido de garantir a preservação, organização e divulgação o seu arquivo histórico, valorizando o seu carácter verdadeiramente singular e único no que respeita ao conhecimento da história da organização e administração da ciência, das políticas científicas e, afinal, da própria história das ciências em Portugal. A FCT constitui um espaço de cultura e memória que pode receber outros contributos, nomeadamente acervos pessoais, que encontrariam nessa integração um lugar adequado que garantiria a sua salvaguarda e que de alguma forma completaria e alargaria esse património nacional que é o Arquivo da FCT.
Entende-se que, para lá da missão permanentemente renovada de promover ciência, a inexorabilidade histórica coloca a FCT, e as instituições que a precederam, decorridos pouco mais de quarenta anos da criação da JNICT, como objecto de ciência.
Criação e História da JNICT (1967-1997)
A Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica (JNICT) foi criada em 11 de Julho de 1967, sendo-lhe cometidas as funções de planear, coordenar e fomentar a investigação científica e tecnológica no território nacional.
O diploma da sua criação, reconhecendo a importância crescente da expansão da ciência e da tecnologia e o significado do percurso histórico que, sobretudo após o primeiro conflito mundial, vinha institucionalizando a pesquisa científica e tecnológica, afirma em que medida a pesquisa laboratorial e tecnológica se tornou um labor colectivo, organizado à escala nacional, assumindo a natureza de verdadeiro serviço público, apontando para a necessidade e a urgência de constituir, desde já, o núcleo que deverá auxiliar o Governo na definição e realização da política científica nacional.
A vontade e a necessidade de organizar a ciência tinham já um passado histórico, remontando ao início do século XX, cumprindo um percurso, em que se inscrevia agora a criação da JNICT, que se manteve sempre a par da observação atenta das experiências internacionais quanto aos modelos de coordenação da investigação científica e tecnológica.
Frustradas diversas tentativas, foi no contexto da Ditadura Militar, que se criou pelo decreto n.º 16 381, de 16 de Janeiro de 1929, a Junta de Educação Nacional (JEN). A JEN era, claramente, uma herança republicana, tendo um programa vasto e ambicioso, que ia da ciência à cultura, passando ainda por intuitos de pedagogia nacional. Criada no seio do Ministério da Instrução, enquanto lá esteve Gustavo Cordeiro Ramos, a JEN encarregou-se, essencialmente de conceder bolsas, criar centros e atribuir subsídios. Viria a sofrer ampla organização em 1936 (pelo Decreto-lei n.º 26 611, de 19 de Maio), passando a designar-se Junta Nacional de Educação (JNE). A JNE, organizada em várias secções, continha uma 7.ª secção encarregue da cultura e da ciência, que se designou Instituto para a Alta Cultura (IAC). Ainda que cerceado na sua autonomia, o IAC veio a ter um papel importante no envio de bolseiros para o estrangeiro (Manuel Valadares, António Aniceto Monteiro, etc.) e na criação de centros de investigação, pese embora a natureza de condicionalismos que a estreiteza de visão e de meios e, sobretudo, as idiossincrasias autoritárias e redutoras da matriz política vigente, como comprovam à evidência as sucessivas purgas académicas, tendo ficado emblemática a ofensiva de 1946/47.
Em termos gerais, a II Guerra Mundial e o contexto de tensão da Guerra Fria que lhe sucedeu, tiveram um impacto decisivo na ciência, que passou a ser vista quer como valor subsidiário da economia (industrialização da ciência), assumindo um crescente valor político e estratégico.
Entretanto, nos Estados Unidos era elaborado o relatório Science, The Endless Fontier, por Vannevar Bush, engenheiro do MIT que se encontrava próximo do Presidente Roosevelt. Nesse relatório estabelecia-se, como princípio básico para a acção, a responsabilidade do governo na área da investigação científica e do desenvolvimento técnico. Defendia-se a promoção de uma política nacional para a investigação e educação científicas e lança-se a discussão em torno da criação de uma National Science Foundation (que viria a ser criada em 1952). Entre tudo, ficaria a apologia de uma política científica que defendesse os interesses das nações na nova conjuntura do pós-guerra — um quadro marcado pelas dinâmicas da ajuda Marshall ou pela actuação de organismos internacionais, como a OECE ou a Agência Europeia de Produtividade (AEP) —, e que, paulatinamente, foi chegando aos diversos países europeus.
Em Portugal, foi também a seguir à II Guerra Mundial que se discutiu na Assembleia Nacional, em Março de 1950, o estado da investigação científica, propondo-se a “metamorfose” do Instituto para Alta Cultura numa Fundação Nacional de Ciência. Contudo, e apesar desta ideia ambiciosa, o que se seguiu foi uma nova reestruturação do IAC, que passou a designar-se Instituto de Alta Cultura, autonomizando-se, então, da Junta Nacional de Educação (JNE), mas mantendo o escopo de actuação no Ministério da Educação Nacional. Contemplava-se, ainda assim, a necessidade de montar uma estrutura de maior envergadura administrativa, no entanto, deixava-se só implicitamente ao IAC a questão da coordenação da investigação, e apenas no âmbito do Ministério da Educação. Já o tópico da projecção cultural do País parecia ganhar novo fôlego.
Apesar dos impasses, os anos 50 registaram iniciativas em alguns sectores estratégicos, nomeadamente no que se refere à energia nuclear e às colónias africanas. Em 1952 foi criada, no IAC (Despacho do Ministério da Educação Nacional de 10 de Outubro) uma Comissão Provisória de Estudos de Energia Nuclear, com grande protagonismo do Eng. Francisco de Paula Leite Pinto (que já desde a década de 30 se encontrava ligado à JEN e ao IAC, como Secretário, primeiro, e como Vogal, depois) - núcleo do qual nasceria o projecto de criação da Junta de Energia Nuclear (Decreto-Lei n.º 39 580, de 29 de Março de 1954). Foi também então que, seguindo uma linha de reforço da soberania nacional, ganhou envergadura o projecto da “ocupação científica” do Ultramar, cuja pedra decisiva havia já sido lançada pelo Decreto-Lei 35 395, de 26 de Dezembro 1945, que veio reformar a anteriormente criada (1936) Junta das Missões Geográficas e das Investigações Coloniais (agora se permitia designar apenas Junta das Investigações Coloniais). Foram criados, inclusive, pelo Decreto n.º 41 029, de 15 de Março de 1957, os Institutos de Investigação Científica de Angola e Moçambique.
No contexto externo, os anos 60 vieram trazer algum questionamento dos moldes da acção estatal para com a ciência, assinalando-se a necessidade de delimitar os interesses do Estado e da sociedade sobre a investigação conduzida. É comum ver-se estes anos 60 como os anos da entrada dos economistas no terreno das políticas científicas, assinalando o papel da ciência e da tecnologia no crescimento económico e mesmo no bem-estar social. Passadas as atitudes eufóricas, o objectivo focava-se na distribuição racional dos recursos, numa referência explícita ao estabelecimento de prioridades. É então que, também no âmbito nacional, e depois de sucessivos anos de algum impasse, e talvez sob o impulso de personalidades de relevo, como o já referido Prof. Francisco de Paula Leite Pinto (que entretanto, entre 1955 e 1961, assumira a tutela da Educação Nacional), ou sob a influência crescente de circuitos internacionais de política científica, nomeadamente da OECE/ OCDE (recorde-se o andamento do projecto das Equipas-Piloto, que contemplou também Portugal), se começa a insinuar a ideia de que urgia organizar com maior detalhe e orientação a investigação científica nacional. Afirmava-se a ideia de uma maior coordenação, tanto por causa de imperativos de prestígio como por necessidade de potencializar os escassos meios e recursos existentes.
Foi então que, colocando-se em maior amplitude o tema da administração da ciência, se decidiu pela importância de definir uma política científica nacional.
A este desejo correspondeu a criação da Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica (JNICT), no seio da Presidência do Conselho.
A principal novidade da JNICT, de um ponto de vista da história das políticas científicas, é a assunção dessa necessidade de coordenação dos recursos nacionais, englobando os mais diversos sectores, da economia à educação. A criação JNICT, pode dizer-se, veio revelar o fracasso do IAC no que respeita à coordenação intersectorial, um pouco à semelhança do que acontecera com o CSIC, em Espanha, quando da criação da Comisión Asesora de Investigación Científica y Técnica (CAICYT), quase dez anos antes, em 1958.
Na prática, a preocupação com a modernização falhada do sistema económico, fez surgir entre as elites nacionais algumas tentativas “subterrâneas” de formular uma solução para escassa qualificação da mão-de-obra e para a fraca modernização do sector produtivo.
Compreende-se assim que no seu diploma fundador se salientem, para além da urgência, acima referida, duas questões prévias e fundamentais: (i) a integração do novo organismo na Presidência do Conselho, afastando-o do IAC, com a justificação da sua acção se estender a outros sectores, incluindo as províncias ultramarinas e (ii) o cometimento de tarefas, independentemente de funções de estudo, tendentes a coordenar as actividades dos serviços oficiais interessados tanto na investigação científica como na tecnológica, pelo menos nos seus dois aspectos mais salientes: os que têm reflexo na defesa nacional e os que têm impacte directo no desenvolvimento económico.
A este percurso e à natureza da JNICT está indelevelmente associada a acção de Leite Pinto, que viria a ser o seu primeiro presidente.
Em relação à missão da JNICT, importa notar que, se, inicialmente, ficou remetida à administração das bolsas do Comité Científico da OTAN, foram progressivamente lançadas outras iniciativas que permitiram alargar o seu espaço de actuação. Coube à JNICT a participação, ou coordenação da participação, em reuniões internacionais (OTAN, OCDE, ONU, etc.). Importa, também, referir o estabelecimento de estruturas permanentes, sobretudo com a criação de várias comissões: Comissão Permanente de Estudos do Espaço Exterior (Portaria n.º 29/70, de 14 de Janeiro de 1970); Comissão Permanente INVOTAN (Portaria n.º 141/70, de 12 de Março de 1970); Comissão Nacional do Ambiente (Portaria n.º 316/71, de 19 de Junho de 1971); Comissão Permanente para a Cooperação Científica e Técnica com as Comunidades Europeias e com a OCDE — COCEDE (Portaria n.º 357/71, 3 de Julho de 1971). Entretanto, em 1972, a JNICT ‘aderiu’ ao planeamento, assumindo a função de gabinete sectorial de planeamento para a área horizontal da ciência e tecnologia, área que nos planos anteriores não aparecia autonomizada, envolvendo-se, portanto, nos trabalhos preparatórios do IV Plano de Fomento. Por fim, como principais iniciativas levadas a cabo pela JNICT, refira-se a sistematização das actividades de inventariação dos recursos em Ciência e Tecnologia — de facto, foi dada prioridade à inventariação sistemática de recursos nacionais e, em Junho de 1973, foram publicados os primeiros dados, relativos a 1971, sobre despesa, pessoal e bibliografia no campo científico e técnico em Portugal.
Com o 25 de Abril, houve que reacertar o destino da investigação científica evitando trilhos confusos e incertos. Apesar das boas intenções constitucionais, o reduzido orçamento para as despesas de I&D e as resistências sectoriais, a uma administração pública e coordenada da ciência, vieram marcar negativamente o período de 1974 a 1986, como de impasse, pródigo em iniciativas, mas, com frequência, de sentido oposto ou contraditório.
Em 1976, o Instituto de Alta Cultura (IAC) foi transformado no Instituto Nacional de Investigação Científica (INIC). Notava-se que o IAC, apesar de reorganizado em 1973, se mostrava desadaptado às realidades presentes, não tendo conseguido dar resposta às solicitações que lhe eram dirigidas, quer no campo da investigação científica, quer no que se refere à difusão da língua e cultura portuguesas. Assim, e correspondendo às duas grandes finalidades apontadas, julgava-se conveniente a partição, por dois institutos, das funções até então atribuídas ao IAC. Portanto, as competências e meios de execução correspondentes à investigação científica são retiradas ao IAC e atribuídas ao novo Instituto Nacional de Investigação Científica (INIC), criado pelo Decreto n.º 538/76, de 9 de Julho de 1976. As competências e meios de execução correspondentes à difusão da língua e cultura portuguesas no estrangeiro viriam a ser atribuídas ao Instituto de Cultura Portuguesa (hoje Instituto Camões), pelo Decreto-lei n.º 541/76.
No contexto de uma mal-disfarçada disputa de competências a JNICT ficou na esfera do Ministério das Finanças e Planeamento, e o recém-criado Laboratório Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial (LNETI, antigamente o INII), no Ministério da Indústria. Nos inícios dos anos 80, a JNICT introduziu o primeiro Plano Integrado de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (PIDCT), prevendo medidas claras de política científica destinadas à investigação científica, que assumia então como o seu principal instrumento de política científica. Aconteceu que, já em 1983, o Ministério da Indústria, através do LNETI, lançou o Plano Tecnológico Nacional (PTN), uma iniciativa que viria a causar conflitos institucionais com a política da JNICT.
Foi já no quadro da integração europeia que os mecanismos de política científica se reforçaram, alargando a diversidade das fontes e os instrumentos de financiamento, e intensificando ainda o trabalho em rede com parceiros externos. Em 1986, a JNICT acabou por estabilizar no Ministério do Plano (posteriormente designado Ministério do Planeamento e da Administração do Território). Em 1987, na sequência das Jornadas Nacionais de Investigação Científica e Tecnologia, a JNICT lançou o Programa Mobilizador de Ciência e Tecnologia (PMCT), cujo objectivo era a implementação de um conjunto de projectos dinamizadores de C&T, a nível nacional. Pouco mais tarde, em 1988, a Assembleia da República aprovou uma lei que propunha um modelo de C&T, a intitulada Lei sobre a Investigação Científica e o Desenvolvimento Tecnológico. Nesse diploma foi levada a cabo uma importante reestruturação da JNICT, consolidando-se o seu papel de instituição financiadora e enquadrando os seus programas na elegibilidade explícita do Quadro Comunitário de Apoio (QCA), designadamente programas de fomento como o Programa Ciência (1990-1993).
Sob o impulso de um pacote de medidas sustentado pelos fundos estruturais, a JNICT ganhou um protagonismo acima dos outros organismos. Não tardou o Decreto-lei n.º 188/92, extinguindo o Instituto Nacional de Investigação Científica, sendo as suas principais atribuições transferidas para a JNICT.
A Fundação para a Ciência e a Tecnologia (1997-)
A criação, em 1995, do Ministério da Ciência e Tecnologia, significou uma profunda remodelação institucional. A criação de um ministério próprio, há muitas décadas recomendação da OCDE, anunciava alterações. Com efeito, a breve prazo, em 1997, os poderes da JNICT foram distribuídos por três departamentos, a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), que passava a ter funções de avaliação e financiamento, o Instituto para a Cooperação em C&T Internacional (ICCTI) e o Observatório das Ciências e Tecnologias (OCT), com funções de observação, inquirição e análise.
A FCT é um instituto público — dotado de autonomia administrativa e financeira e com património próprio — integrado na administração indirecta do Estado e sob tutela e superintendência do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. À semelhança do que sucedeu com os organismos e serviços ligados à Administração Central do Estado, a FCT, IP foi alvo de uma reforma, realizada no âmbito do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE), de que resultou a definição de uma nova missão e atribuições, a reestruturação orgânica e a promulgação de novos estatutos.
O Decreto-Lei nº 157/2007, de 27 de Abril, que fixou a nova orgânica da entidade, afirma que é missão da FCT o desenvolvimento, financiamento e avaliação de instituições, redes, infra-estruturas, equipamento científicos, programas, projectos e recursos humanos em todos os domínios da ciência e da tecnologia, assim como o desenvolvimento da cooperação científica e tecnológica internacional. A ciência e a tecnologia devem aqui ser entendidas no seu significado mais amplo, abrangendo as ciências exactas, as ciências da engenharia, bem como as ciências sociais e humanas.
Na concretização da sua missão, a FCT, IP tem por funções: - Promover, financiar, acompanhar e avaliar instituições de ciência e tecnologia, programas e projectos de ciência e tecnologia, formação e qualificação dos recursos humanos; - Promover a criação e o reforço de infra-estruturas de apoio à investigação científica e ao desenvolvimento tecnológico; - Promover a difusão e a divulgação da cultura e do conhecimento científico e tecnológico, e do ensino da ciência e da tecnologia; - Estimular a modernização, articulação, reforço e disponibilização pública de fontes de informação científica e tecnológica.
A FCT, IP tem uma estrutura orgânica hierarquizada composta por órgãos e serviços. Dos primeiros fazem parte: - Conselho Directivo (um presidente e dois vogais); - Conselho Coordenador (órgão colegial plenário); - Conselho Científico (quatro conselhos consultivos); - Fiscal Único; - Director para a Cooperação Internacional em C&T (órgão executivo).
Os serviços são compostos por departamentos, dirigidos por directores, nos quais podem ser criadas até três unidades orgânicas flexíveis. São eles: - Departamento de Gestão e Administração; - Departamento de Formação dos Recursos Humanos em Ciência e Tecnologia; - Departamento de Programas e Projectos de Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico; - Departamento de Suporte à Rede de Instituições Científicas e Tecnológicas; - Departamento das Relações Europeias, Bilaterais e Multilaterais.
Em termos concretos, a actividade de promoção e financiamento da investigação científica e tecnológica da JNICT/FCT consubstancia-se em cinco tipos de apoios diferentes, aos quais estão afectos diferentes recursos (e, em muitos casos, diferentes unidades orgânicas): - Programas e projectos. - Apoio à Formação de Recursos Humanos: bolsas, contratos e subsídios. - Unidades de Investigação. - Reequipamento científico. - Eventos (congressos, edições).
Presidentes JNICT - Francisco de Paula Leite Pinto (22 de Julho de 1967 — 30 de Outubro de 1971) - João Maurício Fernandes Salgueiro (Fevereiro de 1972 — Agosto de 1974) - Fernando Roldão Dias Agudo (Outubro de 1974 — Setembro de 1976) - Adérito de Oliveira Sedas Nunes (Novembro de 1976 — Junho de 1977) - José Caetano Pinto Mendes Mourão (Agosto de 1979 — Setembro de 1985) - Vago (1986) - José Mariano Rebelo Pires Gago (Maio de 1986 — 1989) - Carlos Eduardo do Rego da Costa Salema (3 de Maio 1989 — Setembro de 1992) - Mário Adolfo Monteiro da Rocha Barbosa (Setembro de 1992 — Fevereiro de 1994) - Fernando Manuel Cardoso Ramôa Ribeiro (Fevereiro de 1994 — Julho 1996, interino em 1994)
FCT - Luís Pereira de Quintanilha e Mendonça Dias Torres Magalhães (1997 — 2002) - Fernando Manuel Cardoso Ramôa Ribeiro (2002 — Dezembro de 2005) - João José Santos Sentieiro (2006 — )
Diplomas legais - Decreto n.º 16 381, de 16 de Janeiro de 1929, criação da Junta de Educação Nacional - Decreto-lei n.º 26 611, de 19 de Maio de 1936, organização da Junta Nacional de Educação - Decreto-Lei nº 38 680, de 17 de Março de 1952, Reestruturação do IAC - Decreto-Lei nº 38 824, de 12 de Julho de 1952, Correcção à Reestruturação do IAC - Decreto-Lei nº 47 791, de 11 de Julho de 1967, Criação da JNICT - Decreto nº 538/76, de 9 de Julho de 1976, Criação do INIC - Decreto-Lei nº 414/80, de 27 de Setembro. Reestruturação do INIC. - Lei nº 91/88, de 13 de Agosto, Investigação científica e desenvolvimento tecnológico - Decreto-Lei nº 374/88, de 21 de Outubro, Reestruturação da JNICT - Decreto-Lei nº 188/92, de 27 de Agosto. Extinção do INIC. - Decreto-Lei nº 201/94, de 22 de Julho, Reestruturação da JNICT - Declaração de Rectificação nº 113/94, de 31 de Agosto, Rectificação ao diploma de Reestruturação da JNICT - Decreto-Lei nº 188/97, de 28 de Julho, Criação da FCT e extinção da JNICT - Decreto-Lei nº 152/2007, de 27 de Abril, Orgânica da FCT - Portaria nº 550/2007, de 30 de Abril, Estatutos da FCT
Arquivo Histórico da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (http://alfa.fct.mctes.pt/arquivo/#projecto ) A FCT dispõe de um espólio histórico que se encontra bem preservado, tendo sobrevivido – contra o que tem acontecido com importantíssimos acervos históricos públicos e privados – a voragens, abandonos e até destruições provocados por razões de ordem muito diversa.
Trata-se de um acervo único e de inegável interesse e qualidade histórica, que acompanha e repercute a textura e a actividade cultural e científica portuguesa desde os meados do século XX até à actualidade, a forma como se desenharam, estruturaram e desenvolveram estratégias e políticas de enquadramento dessa actividade, as relações que se estruturaram e aconteceram em sede nacional e internacional entre os diversos tipos de organismos, públicos ou privados, de alguma forma ligados à vida científica. Considerando o inestimável valor científico e patrimonial desse acervo histórico a FCT celebrou um protocolo de colaboração com o Instituto de História Contemporânea (IHC) da FCSH da UNL, que, com o acompanhamento da Direcção-Geral de Arquivos, tem o objectivo de promover o tratamento e a organização indispensáveis à sua preservação, divulgação e estudo.
O trabalho já realizado vem confirmar o interesse e valorizar a existência do arquivo histórico da FCT, e, nesse sentido, enaltecer e reforçar a responsabilidade da sua salvaguarda. Refira-se, entre outros aspectos, o que a documentação representa para o conhecimento da: - história da organização da actividade científica em Portugal desde meados do século XX, tanto na dimensão nacional como perspectivada no palco internacional; - estruturação e caracterização do essencial das políticas e das estratégias, públicas e privadas, bem como dos meios de implementação e gestão da actividade científica em Portugal desde meados do século XX; - identificação e caracterização do perfil e da actividade científica da maior parte (quase todas, diria mesmo) das actualmente designadas unidades de investigação existentes em Portugal e do seu percurso histórico em muitos casos desde a sua constituição, permitindo o seu estudo prosopográfico; - identificação e caracterização do perfil e da actividade científica do conjunto de bolseiros e especialistas e outros cientistas que beneficiaram do apoio sob diversos moldes ou mantiveram alguma relação com os organismos que constituíram ou constituem o enquadramento institucional que actualmente conhecemos como FCT, permitindo o seu estudo biográfico e sociológico; - repercussão ou réplica do essencial da actividade científica realizada em Portugal e até da sua análise e relatório, permitindo o seu conhecimento e estudo.
Está também previsto, no âmbito deste protocolo, a possibilidade de colaboração com outras entidades, no apoio no tratamento documental e eventual integração de espólios ou acervos documentais com interesse para o conhecimento e o estudo da história da ciência e da organização da ciência e das políticas científicas em Portugal, nomeadamente o arquivo histórico da Junta de Energia Nuclear.
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Seminário Permanente
Revisitar o Século XIX
Organização: Luís Espinha da Silveira (FCSH-UNL) Paulo Jorge Fernandes (FCSH-UNL)
Com esta iniciativa, da qual damos conta do seu V ciclo, o Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa pretende continuar a abrir um espaço de reflexão e debate sobre as novas abordagens temáticas e metodológicas que atravessam o campo dos estudos Oitocentistas, procedendo aos necessários balanços historiográficos. No seminário serão apresentados trabalhos em curso neste domínio, numa perspectiva de análise que privilegia as comparações em termos internacionais.
As sessões têm início às 18.00h. e terão lugar na sala 1.04 (1.º andar) do Edifício I&D da FCSH-UNL.
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Bolsa de Investigação
PEst-OE/HIS/UI0613/2011
Encontra-se aberto concurso para a atribuição de uma Bolsa de Investigação para Licenciado no âmbito da Unidade de Investigação, Centro de Estudos de História e Filosofia da Ciência, com referência PEst-OE/HIS/UI0613/2011, financiado por fundos nacionais através da FCT/MCTES e co-financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) através do COMPETE – Programa Operacional Factores de Competitividade.
Mais informações em http://www.otic.uevora.pt/index.php/noticias_e_informacoes/bolsas/nacionais/bi_uevora_cehfci
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I Encontro Nacional de História da Ciência
Fernanda Rollo, Instituto de História Contemporânea - FCSH da UNL Luís Filipe Barreto, Centro Científico e Cultural de Macau
21 e 22 de Julho
Centro Científico e Cultural de Macau, Lisboa, R. da Junqueira, nº. 30.
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Lançamento
Irene Flunser Pimentel
José Afonso
O Círculo de Leitores e a Temas e Debates têm o prazer de convidar para o lançamento do livro, inserido na colecção Fotobiografias do Século XX, dirigida por Joaquim Vieira. A apresentação estará a cargo da autora e do director da colecção.
15 de Julho, 18h30
Casa da Imprensa, Rua da Horta Seca n.º 20, Lisboa
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Coords. Fernando Rosas e Maria Fernanda Rollo
História da Primeira República Portuguesa
As Edições Tinta da China têm o prazer de o/a convidar para o lançamento do livro que será apresentado por José Medeiros Ferreira.
15 de Julho, 18h30
Livraria Pó dos Livros
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Seminário
O Fim do Império Colonial Português e a Cena Internacional
“Portugal não é um país pequeno”
Organizadores: António Costa Pinto (ICS-UL) Miguel Bandeira Jerónimo (ICS-UL) Luís Nuno Rodrigues (CEHCP-ISCTE) Pedro Aires Oliveira (IHC-FCSH)
ISCTE, sala C201 (edifício novo), Quintas-Feiras, 14.30h-16h
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Horário Alargado
Biblioteca Sottomayor Cardia
Durante os próximos meses de Dezembro e Janeiro, a Biblioteca Mário Sottomayor Cardia irá experimentalmente estar aberta às 3ªs e 4ªs feiras das 9.30 às 22.00 horas.
Dezembro de 2009, Janeiro de 2010
Biblioteca Sottomayor Cardia
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Colóquio Internacional: O Fim das Ditaduras Ibéricas (1974-1978)
Paul Preston
O historiador britânico, um dos mais conhecidos especialistas sobre a Guerra Civil de Espanha e biografo de Franco, profere uma conferência no dia 20 às 18hs, sobre "Os Crimes do General Franco". Nesse painel falará também Fernando Rosas sobre "Memória e História das Ditaduras".
20 de Março, 18hs
Auditório 1, FCSH - UNL
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Novo trabalho sobre a Guerra Colonial
Os Anos da Guerra Colonial
Uma obra que consta de 16 pequenos livros (média de 128 páginas), sendo um por cada ano da guerra (1961 a 1974-75) acrescido de um volume de “Antecedentes” e outro de “Índices”.
A edição (da QuidNovi) será distribuída com o Correio da Manhã, a partir do dia 4 de Março próximo, ao ritmo de um por semana (às quartas-feiras).
Colaboram connosco os seguintes autores: David Martelo, Josep Sánchez Cervelló, João Moreira Tavares e Nuno Santa Clara Gomes.
4 de Março
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1.ª edição do curso de divulgação à distância, promovido pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
I República e Republicanismo
Coordenação científica dos Professores Doutores Maria Cândida Proença e Luís Farinha, do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Candidaturas até 20 de Março
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Ciclo de Cinema
MAIO DE 68 NO CINEMA
Filmes legendados em português Convidados: Jacques Loiseleux (5 e 6), Rui Simões (7), Luís Miguel Oliveira (8), Romain Goupil e Augusto M. Seabra (9) Ao jantar pratos inspirados nos slogans de Maio 68. Reserva necessária.
5 a 9 de Maio 2008, Sessões às 19h00 e às 21h30, Entrada Livre
Insituto Franco-Português
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Seminário Internacional
Censura, Ditadura e Democracia
Seminário Luso-Brasileiro
Escola de Comunicações e Arte da Universidade de São Paulo (ECA/USP) Centro de Investigação Media e Jornalismo (CIMJ) Fundação Mário Soares (FMS)
Entrada livre
8 e 9 de Maio de 2008
Auditório da Fundação Mário Soares, Rua de S. Bento n.º 160, Lisboa
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Apresentação do Dossier Virtual
Portugal e a Construção Europeia
Protocolo de Estado/Ministério dos Negócios Estrangeiros
20 de Maio de 2008, 12h 13h
Palacete do Relógio Cais do Sodré, 1200-450 Lisboa.
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Exposição
Transformações Económicas e Sociais 1974-1975
Campos do Sul - Memória de uma Revolução
O Instituto de História Contemporânea e a Câmara Municipal de Castro Verde convidam V. Exa. para a inauguração da Exposição
6 de Junho, 18h
Forum Municipal - Castro Verde
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Colóquio
Memória Presente e Futuro
Campos do Sul
7 de Junho, Sábado 10h
Castro Verde Forum Municipal
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Exposição
O Conspirador Contemplativo
José Relvas
26 de Junho, 18h30
Assembleia da República
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Colóquio
CICLO DE COLÓQUIOS 2007/2008
A Oposição Católica ao Estado Novo 1958-1974
Fernando Rosas Guilherme d’Oliveira Martins João Miguel Almeida
8 de Julho, 18h30, Entrada Livre
Auditório do Centro Nacional de Cultura, Largo do Picadeiro, nº 10-1º. Lisboa, (metro Baixa-Chiado)
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Colóquio
Colóquio António Fragoso e o seu tempo
CESEM (Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical), da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
21 de Novembro
Culturgest, Lisboa
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Lançamento
Fernando Gouveia e o Partido Comunista Português
Biografia de um Inspector da PIDE
Irene Flunser Pimentel
A obra será apresentada por José Pedro Castanheira
6 de Novembro, 18h30
Fórum FNAC Vasco da Gama, Piso 2, C.C. Vasco da Gama, Lisboa
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Seminário
Per una storia televisiva dell’Europa
Mezzi audiovisivi e cultura comunitaria
Regione Emilia-Romagna, Assemblea Legislativa Institto Storico Parri, Emilia-Romagna Europe Direct
Bolonha, 22 de Novembro 2008
Viale Aldo Moro 46 Bologna
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Call for Papers
Working Expert Seminar
Southern Africa in the Cold War Era, 8 - 9 May 2009
The Cold War Studies Centre/IDEAS, the London School of Economics and The Institute for International Relations, Lisbon.
Papers from post-graduate researchers are particularly welcome. Please send abstracts of proposals (250-300 words) to Dr. Sue Onslow (s.onslow@lse.ac.uk) by 1 December 2008.
Send abstracts of proposals by 1 December 2008
Lisbon, Portugal
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Tribunais Militares Especiais e Tribunais Plenários Durante a Ditadura e o Estado Novo
Tribunais Políticos
Coord. Fernando Rosas
Círculo de Leitores, Temas e Debates
24 de Abril, 17h30
Espaço da Justiça, Ministério da Justiça, Praça do Comércio
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Lançamento
Aniceto Afonso
O Meu Avô Africano
Apresentação pelo Prof. Doutor João Medina
25 de Maio, 18h30
FNAC Chiado
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Lançamento
Aniceto Afonso
"O meu avô africano"
"Dois homens, duas gerações, um olhar diferente sobre a guerra, o mesmo amor por Moçambique"
A apresentação da obra estará a cargo do Coronel Carlos de Matos Gomes.
"Um dia hás-de ir para África. Escolhe Moçambique. É ali que se sente o peso da nossa maravilhosa aventura, da nossa viagem, da nossa ousadia, do peso dos nossos antepassados. Se sentires o que eu senti, não trairás a nossa memória. Não te encantes com as sereias que te chamam. Amarra-te ao cheiro da terra molhada."
19 de Junho, 18h00
Auditório do CLP, Clube Literário do Porto, Rua Nova da Alfândega, n.º 22 4050-430 Porto
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SEMINÁRIO
O FIM DO IMPÉRIO COLONIAL PORTUGUÊS E A CENA INTERNACIONAL, 2010
"Portugal não é um país pequeno"
Organizadores: António Costa Pinto (ICS-UL) Miguel Bandeira Jerónimo (ICS-UL) Nuno Rodrigues (CEHCP-ISCTE) Pedro Aires Oliveira (IHC-FCSH)
ICS-UL: Quintas-feiras, 14.30h-16h - Sala de Aulas 2
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Lançamento
org. pelo Centro de Estudos de História Religiosa
António Lino Neto, Intervenções Parlamentares 1918-1926
O livro será apresentado pelo Prof. Doutor Manuel Clemente e pelos coordenadores da obra, Professor Doutor António Matos Ferreira e Dr. João Miguel Almeida.
20 de Janeiro, 18.30h
Sala de Leitura da Biblioteca da Assembleia da República
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Seminário
Seminário "Revisitar o Século XIX"
Organização: Luís Espinha da Silveira (FCSH-UNL) Paulo Jorge Fernandes (ICS-UL e FCSH-UNL)
IHC-FCSH: 1 de Fevereiro de 2010, 18.00h
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Seminário
O Fim do Império Colonial Português e a cena Internacional 2010
"Portugal não é um país pequeno"
Organizadores: António Costa Pinto (ICS-UL) Miguel Bandeira Jerónimo (ICS-UL) Luís Nuno Rodrigues (CEHCP-ISCTE) Pedro Aires Oliveira (IHC-FCSH)
ICS, Piso 0: Quintas-feiras, 14h30-16h
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Seminário
O Fim do Império Colonial Português e a cena Internacional 2010
"Portugal não é um país pequeno"
Organizadores: António Costa Pinto (ICS-UL) Miguel Bandeira Jerónimo (ICS-UL) Luís Nuno Rodrigues (CEHCP-ISCTE) Pedro Aires Oliveira (IHC-FCSH)
ICS, Piso 0: Quintas-feiras, 14h30-16h
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Lançamento
de Irene Flunser Pimentel
Cardeal Cerejeira, o Príncipe da Igreja
A obra será apresentada por Rita Almeida Carvalho e António Matos Ferreira.
9 de Março, 18h30
Livraria Bulhosa Entrecampos, Campo Grande, 10 B, Lisboa
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Seminário
O Fim do Império Colonial Português e a cena Internacional 2010
"Portugal não é um país pequeno"
Organizadores: António Costa Pinto (ICS-UL) Miguel Bandeira Jerónimo (ICS-UL) Luís Nuno Rodrigues (CEHCP-ISCTE) Pedro Aires Oliveira (IHC-FCSH)
ICS, Piso 0: Quintas-feiras, 14h30-16h
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Seminário
O Fim do Império Colonial Português e a Cena Internacional 2010
"Portugal não é um país pequeno"
Organizadores: António Costa Pinto (ICS-UL) Miguel Bandeira Jerónimo (ICS-UL) Luís Nuno Rodrigues (CEHCP-ISCTE) Pedro Aires Oliveira (IHC-FCSH)
ICS-UL, Piso 0: Quintas-feiras, 14h30-16h00
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Lançamento
e as eleições presidenciais de 1949, 60 anos depois
Norton de Matos
As Edições Colibri e o Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa têm o prazer de o/ a convidar para a sessão de apresentação do livro Norton de Matos e as eleições presidenciais de 1949, 60 anos depois, coordenado por Heloísa Paulo e Helena Pinto Janeiro.
31 de Maio, 19h00
Sociedade de Geografia de Lisboa, Sala de Convívio
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Lançamento
Correspondência (1928-1968)
António de Oliveira Salazar - Manuel Gonçalves Cerejeira
O Círculo de Leitores e a Temas e Debates têm o prazer de convidar para a apresentação do livro António de Oliveira Salazar - Manuel Gonçalves Cerejeira, Correspondência (1928-1968), da autoria de Rita Almeida de Carvalho. O livro será apresentado por Irene Flunser Pimentel e Luís Salgado de Matos.
26 de Maio de 2010, 18h30
Livraria Bertrand, Rua Garrett, 73-75
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Workshop
Experiências de pesquisa em contextos rurais
Interdisciplinaridade em Acção
Organização: Victor Pereira, Instituto de História Contemporânea, FCSH, Universidade Nova de Lisboa Dulce Freire, Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa
Contactos: Instituto de História Contemporânea, FCSH-UNL Av. de Berna, 26 C, 1069-61 Lisboa Telefone: 217940921 ihc@fcsh.unl.pt
14 e 15 de Junho de 2010
Sala Multiusos, 4° Piso do Ex-DRM
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Lançamento
Um soldado ao serviço do Império
Mouzinho de Albuquerque
A Esfera dos Livros tem o prazer de o/ a convidar para a apresentação do livro Mouzinho de Albuquerque, Um soldado ao serviço do Império de Paulo Jorge Fernandes. A obra será apresentada por João Paulo Oliveira e Costa.
8 de Junho de 2010, 18h30
Caves Manuelinas do Museu Militar
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Colóquio
O V Governo Constitucional
Democracia e Governação em Portugal em 1979
Coordenação: António Reis Paula Borges Santos
No ano em que se assinala a passagem de trinta anos sobre o V Governo Constitucional (1 de Agosto de 1979 a 3 de Janeiro de 1980), o terceiro de iniciativa presidencial, de que foi primeira-ministra a Engenheira Maria de Lourdes Pintassilgo (1930-2004), pretende o IHC fomentar um conjunto de reflexões críticas - históricas, sociológicas e outras perspectivas memorialistas - sobre aquela breve experiência governativa, relacionando-a com o processo de construção da democracia e com as características do sistema político português.
25 de Junho de 2010, 10h00
Auditório 2, FCSH-UNL
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Conferência
O Meu Avô Africano
A Biblioteca-Museu República e Resistência/ Grandella tem o prazer de o/ a convidar para a Conferência de Aniceto Afonso O meu Avô Africano.
25 de Junho de 2010, 19h00
Biblioteca-Museu República e Resistência, Estrada de Benfica, 419, 1500-078 Lisboa
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Seminário
O Outro Lado da Guerra
Organizado por: Instituto de História Contemporânea
22 de Junho de 2010, 18h00
FCSH-UNL, Sala Multiusos 2, 4º piso (ex-DRM)
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Colóquios
A I República e a Política Externa
Colóquio organizado no âmbito das Comemorações do Centenário da República, com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República e do Instituto Diplomático/Ministério dos Negócios Estrangeiros e da Fundação para a Ciência e Tecnologia, que conta com a coordenação científica de Pedro Aires Oliveira e de Filipe Ribeiro de Meneses.
Ver o Programa em http://www.ipri.pt/eventos/evento.php?ide=129
9 e 10 de Setembro de 2010
Museu do Oriente, Lisboa
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Colóquios
Ontem e Hoje
A Força das Ideias Republicanas
No âmbito das Comemorações dos 100 anos da República e no seguimento de uma tradição que assinala este ano a segunda década de existência, o Instituto de História Contemporânea, em parceria com o Instituto Franco-Português, a Embaixada de França e a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República organiza o seu XX Curso de Verão intitulado A Força das Ideias Republicanas, Ontem e Hoje.
Coordenação científica: Paulo Jorge Fernandes
16, 17 e 18 de Setembro de 2010
Auditório do Instituto Franco-Português
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Seminário
O intelectual entre o final do século XIX e inícios do século XX
Integrado no Seminário de Investigação O Intelectual e a Política em Portugal no Século XX, coordenado por José Neves e Izabel Margato, a comunicação O intelectual entre o final do século XIX e inícios do século XX será proferida por Luís Augusto Costa Dias.
21 de Outubro, 18h00
Edifício de Investigação da FCSH |sala xxx
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Seminário
O intelectual na Primeira República
Integrado no Seminário de Investigação O Intelectual e a Política em Portugal no Século XX, coordenado por José Neves e Izabel Margato, a comunicação O intelectual na Primeira República será proferida por António Reis.
28 de Outubro, 18h00
Edifício de Investigação da FCSH |sala xxx
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Seminário
A Guiné Portuguesa: administração colonial e nacionalismo no segundo pós-guerra
Integrada no Seminário Portugal não é um país pequeno: O Fim do Império Colonial Português e a Cena Internacional, coordenado por António Costa Pinto (ICS-UL), Miguel Bandeira Jerónimo(ICS-UL), Luís Nuno Rodrigues (CEHCP-ISCTE) e Pedro Aires Oliveira (IHC-FCSH), a comunicação A Guiné Portuguesa: administração colonial e nacionalismo no segundo pós-guerra será proferida por A. E.Duarte Silva (Tribunal Constitucional e FCSH-UNL).
14 de Outubro de 2010, 14h30-16h00
ISCTE, Instituto Universitário de Lisboa, Edifício II, sala B201
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Ciclo de Conferências
A República falhada: leituras sobre o 31 de Janeiro de 1891
O Instituto de História Contemporânea, em colaboração com a União das Associações de Comércio e Serviços, divulga o ciclo de conferências A República falhada: leituras sobre o 31 de Janeiro de 1891. Este ciclo de conferências pretende promover a discussão em torno da primeira tentativa de implantação da República em Portugal, através da apresentação de novas abordagens e leituras sobre o fracasso do golpe de 31 de Janeiro de 1891 e as suas implicações na génese do movimento republicano nacional. Servirá, em simultâneo, como introdução à exposição O Pequeno Comércio e a Implantação da República (1870 – 1910) com a qual se pretende comemorar, a partir de Novembro, o centenário da Revolução Republicana e os 140 anos de existência da UACS, fundada em Janeiro de 1870, então com a designação de Associação Comercial de Lojistas de Lisboa.
Coordenação: Paulo Jorge Fernandes e Daniel Alves
As sessões decorrem nos dias 11, 18 e 25 de Outubro, sempre às 18 horas, na sede da UACS, na Rua Castilho, n.º 14, Lisboa
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Seminário
O intelectual e o Estado Novo
Integrada no Seminário de Investigação O Intelectual e a Política em Portugal no Século XX, coordenado por José Neves e Izabel Margato, a comunicação O intelectual e o Estado Novo será proferida por Fernando Rosas.
11 de Novembro, 18h00
Edifício de Investigação da FCSH |sala xxx
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Seminário
Bento de Jesus Caraça – a cultura integral do indivíduo
Integrada no Seminário de Investigação O Intelectual e a Política em Portugal no Século XX, coordenado por José Neves e Izabel Margato, a comunicação Bento de Jesus Caraça – a cultura integral do indivíduo será proferida por António Pedro Pita.
18 de Novembro, 18h00
Edifício de Investigação da FCSH |sala xxx
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Seminário
O intelectual e o comunismo em Portugal
Integrada no Seminário de Investigação O Intelectual e a Política em Portugal no Século XX, coordenado por José Neves e Izabel Margato, a comunicação O intelectual e o comunismo em Portugal será proferida por João Madeira.
25 de Novembro, 18h00
Edifício de Investigação da FCSH |sala xxx
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Seminário
José Cardoso Pires – o escritor em tempos difíceis
Integrada no Seminário de Investigação O Intelectual e a Política em Portugal no Século XX, coordenado por José Neves e Izabel Margato, a comunicação José Cardoso Pires – o escritor em tempos difíceis será proferida por Izabel Margato.
2 de Dezembro, 18h00
Edifício de Investigação da FCSH |sala xxx
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Seminário
António José Saraiva e as várias faces políticas do romantismo
Integrada no Seminário de Investigação O Intelectual e a Política em Portugal no Século XX, coordenado por José Neves e Izabel Margato, a comunicação António José Saraiva e as várias faces políticas do romantismo será proferida por José Neves.
9 de Dezembro, 18h00
Edifício de Investigação da FCSH |sala xxx
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Seminário
Os “intelectuais orgânicos” da identidade nacional
Integrada no Seminário de Investigação O Intelectual e a Política em Portugal no Século XX, coordenado por José Neves e Izabel Margato, a comunicação Os “intelectuais orgânicos” da identidade nacional será proferida por João Leal.
16 de Dezembro, 18h00
Edifício de Investigação da FCSH |sala xxx
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Programa
Programa de Edições de Teses e Dissertações
A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República lança o Programa de Edições de Teses e Dissertações, com o objectivo de divulgar trabalhos académicos de relevância científica. Este programa visa promover a publicação de teses e de dissertações que tenham por objecto de estudo a I República e o Republicanismo. Mais informações: teses@centenariorepublica.pt ou www.centenariorepublica.pt
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Seminário
O Fim do Império Colonial Português e a Cena Internacional 2010
"Portugal não é um país pequeno"
Organizadores: António Costa Pinto (ICS-UL) Miguel Bandeira Jerónimo (ICS-UL) Luís Nuno Rodrigues (CEHCP-ISCTE) Pedro Aires Oliveira (IHC-FCSH)
ICS-UL, Piso 0: Quintas-feiras, 14h30-16h00
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Colóquio
Guerra Colonial e Descolonização
Vozes da Revolução
Organização: Associação 25 de Abril Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa Centro em Rede de Investigação em Antropologia Instituto de História Contemporânea
ISCTE-IUL, Lisboa, Auditório B 203
15 e 16 de Abril de 2010
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